Hospital de Lagarto fortalece o SUS no interior e a Rede Estadual de Urgência e de Emergência

Por Tito Lívio de Santana

alt A regionalização e a descentralização  da Rede de Urgência e Emergência em Sergipe traz grandes avanços e benefícios  à população, que conta com mais serviços nesse segmento. Uma das medidas essenciais para agilizar o acesso foi a implantação,  há seis anos,  do Hospital Regional  Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro (HRL), em Lagarto, na região Centro-Sul, fruto da reforma sanitária e gerencial do Sistema Único de Saúde (SUS) em Sergipe.

 

A importância da existência da unidade  hospitalar para atender com rapidez e qualidade a população é  reconhecida pelos próprios  usuários do SUS que diariamente buscam  o HRL. “É muito  importante  ter um hospital como este perto da gente, no mesmo município, pois evita o deslocamento para Aracaju”,  afirma a  lavradora Edna Teixeira dos Santos, 51 anos, que reside no povoado Colônia 13, em Lagarto. 

 

Nesta quarta-feira, 21, ela acompanhava o  pai, J.N.T., de 79 anos, que  estava internado em uma das  enfermarias  da Clínica Médica do  HRL. “Ele  apresentava quadro  de infecção e chegou aqui sentindo muitas dores. Está sendo muito bem tratado. Aqui tem médico, a alimentação é boa e meu pai recebe diariamente a medicação correta. Ele mesmo elogia  o atendimento daqui”, ressalta a agricultora. 



Assim como o pai da lavradora, o Hospital Regional assiste mensalmente a milhares de cidadãos de todo o  Centro-Sul  de Sergipe (Lagarto, Salgado, Poço Verde, Simão Dias, Riachão do Dantas e Tobias Barreto), além de  municípios de outras regiões do Estado como São Domingos, Campo do Brito e Itabaiana, no Agreste, Estância, Boquim e Tomar do Geru, na região Sul. Usuários do SUS  procedentes de municípios baianos circunvizinhos ou que fazem divisa com Sergipe, como Paripiranga, Adustina e Fátima, também recorrem à assistência  do HRL  durante todo o ano. 

 

altAtendimentos

 

Gerenciado pela Fundação  Hospitalar de Saúde (FHS) e atualmente em fase de federalização para transformar-se, no futuro, em Hospital Universitário,  o HRL no mês passado atendeu a 6.001 pacientes e realizou mais de 24 mil procedimentos de urgência e emergência como consultas especializadas em ortopedia, pediatria, clínica geral, tratamentos clínicos de traumas ortopédicos e atendimentos de enfermagem em geral, a exemplo de administração de medicamentos, aferição de pressão arterial e inalação/nebulização, entre outros.



Ainda em agosto,  o HRL  realizou  quase 100 cirurgias, sendo que 71 delas  em ortopedia, especialidade  na qual a unidade é atualmente referencia para toda a região Centro-Sul. No mesmo período,  o Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) ofertou  aos  usuários quase  15.708 exames, dos  quais 13.254 laboratoriais clínicos  e 1.629 radiológicos. Também foram realizados, no mesmo mês, em torno de 320 eletrocardiogramas (ECG) e 150 ultrassonografias.



Para o superintendente  do HRL, Oldegar Alves Júnior, esses e outros números retratam muito bem a importância da unidade  no processo de  descentralização e regionalização do acesso aos serviços de  Saúde de urgência e emergência na área hospitalar, ao garantir, de forma rápida e eficaz, assistência aos usuários do SUS que necessitam de seus serviços.

 

“São resultados que ressaltam a importância do HRL para os municípios  não apenas do Centro-Sul, mas  também do Sul e Agreste, o que fortalece a  rede estadual de urgência e emergência hospitalar”, ressalta. 



Essa importância do HRL, segundo  Oldegar Alves, também se traduz na resolutividade da unidade.

 

“Nossa taxa média de transferência externa continua sendo uma das menores da rede, fechando agosto em torno de 0,4% dos pacientes atendidos e internados. Isso mostra o quanto  o HRL tem ajudado a desafogar o  Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju,  pois a maioria dos pacientes  que são assistidos  pelo HRL tem seus problemas de saúde resolvidos aqui mesmo, sem precisar de remoção para outra unidade da rede”, reforçou.

Estudo da Secretaria de Estado da Saúde apresenta cenário preocupante dos acidentes de trânsito em Sergipe

altPor Luiza Sampaio

 O Código de Trânsito Brasileiro completou 18 anos em 2016. Desde o seu nascimento, entre os dias 18 e 25 de setembro, ocorre a Semana Nacional de Trânsito. Aproveitando as ações referentes a ela, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), através do Núcleo Estratégico (Nest), lança o Informe sobre Acidentes de Trânsito em Sergipe, um estudo que retrata o cenário de mortalidade e morbidade causado pela violência nas vias urbanas e rurais envolvendo veículos. 

 

O material traz uma abordagem geral sobre o assunto. Fica claro, por exemplo, que o estado de Sergipe, seguindo a tendência nacional nas últimas décadas, vem apresentando crescente e desordenada urbanização. Paralelamente, a economia ampliou o acesso ao crédito, melhorando o poder aquisitivo do cidadão que, paulatinamente, trocou o meio de transporte coletivo pelo individual. 

 

“Comparando o período de 2006 a 2015, observamos um aumento percentual de 145,75% no número de meios de transporte em geral. A partir de 2010, observa-se um declínio na frota de carro e um aumento de ciclomotores. Já a frota de ônibus se manteve praticamente a mesma nos 10 anos estudados, o que contribuiu, significativamente, para o número de mortes no trânsito”, diz o estudo, coordenado por Eliane Aparecida do Nascimento, do Nest/SES. 

 

Frota por região

 

Porém, o mesmo trabalho revela que esta análise, quando realizada por Região de Saúde – são sete no total –, retrata resultados diferentes do Estado. “Na de Aracaju, por exemplo, houve uma variação percentual negativa de veículos (- 9,42). Em contrapartida a um incremento para ciclomotores (+45,44)”, informa.

 

Já na Região de Lagarto houve um decréscimo de -16,28 para veículos e um aumento percentual de 18,85 para os ciclomotores. 

 

Na Região de Saúde de Estância, para o mesmo período, ocorreu uma variação percentual positiva na proporção de ciclomotores x frota, de 19,47, com destaque para os municípios de Pedrinhas, Boquim e Tomar do Geru que, em 2015, apresentaram os ciclomotores como 64%, 61,18% e 60,69%, respectivamente, da frota total destes municípios. 

 

“Em Nossa Senhora do Socorro, chamamos atenção para os municípios cujas variações percentuais positivas de ciclomotores foram superiores a 100: Rosário do Catete (+251,60), Japaratuba (+129,33), Pirambu (+120,43), Carmópolis (+112,67) e Santo Amaro das Brotas (+104,75)”, explicou Eliane, referente ao estudo.  

 

altNa Região de Saúde de Itabaiana ocorreu um movimento inverso às demais do Estado, apresentando uma variação percentual positiva no número de veículos entre 2006 e 2015 (12,97) e negativa para os ciclomotores (-1,97). “Este resultado foi produto do aumento proporcional da frota de veículos em nove dos 14 municípios da região, além da redução na frota de motocicletas em cinco cidades”, complementa a coordenadora do Nest/SES. 

 

A Região de Saúde de Nossa Senhora da Glória apresentou variação percentual positiva para a frota veicular (0,92), ou seja, foi na contra mão da tendência nacional e sergipana. Para os ciclomotores, houve também uma tendência atípica, uma vez que Itabi e Nossa Senhora da Glória apresentaram um decréscimo percentual de -0,43 e -1,33, respectivamente, nas suas frotas de ciclomotores. 

 

Já Propriá retrata a tendência nacional e local para o aumento proporcional de ciclomotores e redução de veículos. “Em termos de Região, observa-se que a variação percentual em valores foi praticamente a mesmo, sendo um em queda e outro em ascendência”, analisa o estudo.

 

Por fim, a redução percentual do estado de Sergipe foi de -13,26 para veículos enquanto que para os ciclomotores houve um incremento de +32,65. 

 

Mortalidade

 

No intervalo dos anos em que o estudo foi realizado, nota-se que Sergipe apresentou aumento na taxa de mortalidade entre os anos de 2006 (18,74/ 100mil habitantes), atingindo seu ápice em 2013, cuja taxa de mortalidade foi de 29,65. O índice declinou em 2014 para 23,65 e voltou a se elevar em 2015, com dados preliminares que registram uma taxa de 24,52 para cada 100 mil habitantes. 

 

“Ampliando a discussão para as regiões de saúde, podemos observar que a taxa de mortalidade varia, e que a Região de Aracaju foi a única que apresentou redução percentual no período, com as menores taxas dentre as regiões”, complementa Eliane Nascimento, destacando que as regiões de saúde de Nossa Senhora da Glória e de Itabaiana foram as responsáveis pelas maiores taxas de mortalidade no período, disputando e alternando o primeiro lugar em mortes por acidentes de trânsito por 100 mil habitantes. 

 

A maior taxa demonstrada no período ocorreu em 2010, no município de Itaporanga d’Ajuda (65,73/ 100 mil hab). Laranjeiras apresentou uma linha decrescente a partir de 2011. A capital sergipana, Aracaju, mostrou as menores taxas, mesmo quando comparadas as da região e Estado, com variações percentuais negativas ano a ano e que resultou, entre os anos de 2010 e 2015, numa redução percentual de - 41,21. 

 

Morbidade

 

Quanto à morbidade, os dados utilizados no Informe foram os da porta de entrada do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), e retratam que o número de atendimentos vem aumentando ao passar dos anos. O estudo mostra que, quando o acidente é de carro, para cada pessoa do sexo feminino acidentada, há duas do sexo masculino. No caso de acidentes envolvendo ciclomotores, essa estatística aumenta para quatro homens. Outro importante dado revela que, em 2010, para cada vítima de acidente de carro havia 3,55 vítimas de acidentes de motocicletas, índice que aumentou para 6,80 vítimas em 2015.

 

Para a coordenadora do Nest/SES, o objetivo do Informe resume-se em contribuir com a conscientização da população sobre a necessidade da redução da violência no trânsito. “ A Campanha Nacional segue o compromisso assumido pelo Brasil para a “Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito (2011/2020)”, e envolve todos os estados no alerta sobre a responsabilidade ao volante, visto o grande número de acidentes graves que ocorrem tendo o condutor como principal responsável”, conclui Eliane Nascimento.

INFORME SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO EM SERGIPE

Sensibilização ao Método Canguru é tema de curso na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes

Por Morgana Barbosa

altA ‘Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso -  Método Canguru’ é tema do curso de sensibilização realizado na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL). A programação, que contempla funcionários da unidade, teve início na manhã desta terça-feira, 20.

 

“Vamos reacender os conceitos e estimular uma maior sensibilização para aplicação do método. Ao longo da programação, apresentaremos todas as etapas desde o acolhimento. Também falaremos sobre especificidades dos bebês, sobre a parte clínica e outros aspectos”, explica o coordenador do Método Canguru em Sergipe, o médico Alex Santana.

 

Através da programação, foram realizadas exposições dialogadas, visitas à Unidade Neonatal, dinâmicas e plenárias, o que proporciona ao público a oportunidade de ampliar conhecimentos e aprimorar as práticas já executadas na unidade.

 

Na sala de manejo o trabalho de orientação, em relação ao aleitamento materno e o estabelecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, é uma realidade vivenciada pela enfermeira Andréia Reis. No curso, ela comemora a oportunidade de ampliar conhecimentos.

 

“Esse aprimoramento gera contribuições para a melhoria da qualidade da assistência prestada aos pacientes”, destaca a enfermeira.

 

Já Daiane Góis, técnica de enfermagem, atua na Unidade de Cuidado Intermediário Convencional (UCINCo) e vivencia os protocolos de cuidados na primeira etapa do Método, quando o recém-nascido está internado.

 

“No dia a dia, percebemos o quanto é importante o contato entre a mãe, familiares e o bebê, e a alegria em poder participar de momentos aparentemente simples como o banho ou mesmo na administração da dieta. É muito gratificante participar desse processo”, relata a técnica.

 

Durante o primeiro dia de curso, o público pode conhecer a Norma que rege o Método, seus pilares e histórico. Todo esse conteúdo foi transmitido pelo médico neonatologista, também coordenador do Método Canguru na MNSL, Paulo Menezes. Em seguida a psicóloga Silvia Anjos abordou sobre “Parentalidade: considerações sobre o desenvolvimento psicoafetivo do bebê pré-termo”.

 

altMétodo

 

O Método Canguru valoriza o contato pele a pele entre o recém nascido de baixo peso e seus pais. Entre os benefícios gerados estão a alta precoce e o favorecimento da construção do vínculo entre pais e filhos.

 

A assistência implantada de forma inédita em Sergipe, para beneficiar os Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) é dividida em três etapas. Durante todo o processo, os recém-nascidos e seus familiares são acompanhados por uma equipe multiprofissional.

 

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes foi certificada em 2014, pelo Ministério da Saúde, como Referência Estadual para a Atenção Humanizada ao recém nascido de baixo peso – Método Canguru.

 

Funesa participa de lançamento do curso de Educação em Saúde em Brasília

Por Ítalo Duarte

altA Fundação Estadual de Saúde (Funesa) participou do lançamento do Curso de Especialização, Acompanhamento, Monitoramento e Avaliação na Educação em Saúde, realizado entre os últimos dias 12 e 15 de setembro, no Hotel Nacional, em Brasília (DF). Representando a Fundação, estiveram o coordenador da Escola Técnica do SUS em Sergipe (ETSUS/SE), Alessandro Reis, Larissa Sobral, assessora Pegagógica da ETSUS, Eneida Ferreira, coordenadora do Núcleo Telessaúde Sergipe, e Patrícia Feitosa, da Coordenação de Educação Permanente (Coepe).


 

Segundo Alessandro, o curso é uma oferta do Ministério da Saúde (MS) por meio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), dentro do Programa de Avaliação Institucional Educativa. Ele explica que o curso é semipresencial, com encontros nacionais e regionais e na modalidade EAD (Ensino à Distância), na Plataforma Moodlle.


 

"A proposta surge com a necessidade de avaliação a nível nacional dos impactos gerados pela execução do Curso Caminhos do Cuidado, que teve como ênfase o uso de álcool e outras drogas e estava voltado para os Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde da Rede de Atenção Básica", detalhou Alessandro.


 

Ainda segundo o coordenador, em Sergipe o curso foi realizado pela Funesa através da Escola Técnica do SUS, abrangendo todos os 75 municípios, totalizando 4.447 trabalhadores qualificados.


 

altO curso propõe formar cinco discentes avaliadores no Estado, quatro na Funesa e um na Escola de Saúde do Município de Aracaju. Destes, um articulador que se responsabilizará pela pesquisa de campo para o levantamento nacional.


 

"Para além do conhecimento do impacto gerado pelo projeto Caminhos do Cuidado, após a apreensão do método de pesquisa e avaliação, poderá ser aplicado em outras atividades educativas realizados pelas instituições formadoras, ou seja, um legado que ficará para o território", completou Alessandro.


 

Ao final de um ano de formação, como produto final, o discente deverá apresentar um Plano de Intervenção Aplicativo e um Trabalho de Conclusão de Curso abordando toda a problemática evidenciada no decorrer da formação.

Maternidade Nossa Senhora de Lourdes registra 243 atendimentos na última semana

Por Morgana Barbosa 

altEntre os dias 12 e 18 de setembro, foram registrados 243 atendimentos a usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL). A unidade gerida pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) é referência estadual na assistência materna e neonatal de alto risco. Somente na última semana, 133 pacientes foram admitidas e outras 110 foram avaliadas, destas, 15 foram transferidas.  

 

No Centro Cirúrgico, foram 108 procedimentos, entre eles, 48 partos normais e 45 cesarianas.   

 

Rosileide dos Santos, 43, deu entrada na maternidade na quinta-feira, 15, quando nasceu seu filho Carlos Henrique. A paciente é originária do município de Estância e buscou atendimento na ‘Lourdinha’ por ser hipertensa. 

 

“O parto foi normal e correu tudo bem. Eu e meu filho estamos sendo muito bem assistidos aqui. Ele precisou ficar alguns dias na UTIn e agora ele está aqui comigo”, diz Rosileide.

 

Também com quadro de hipertensão Alessandra Almeida, 34, veio de Campo do Brito para realizar o parto. “O atendimento aqui é ótimo. Meu filho precisou de cuidados especiais por apresentar problemas respiratórios, mas com a assistência e acolhimento que tivemos desde que chegamos, agora, está tudo bem”, revelou a paciente que está na expectativa de ir para casa nesta quarta-feira, 20.

 

De acordo com o coordenador administrativo da unidade, André Luiz Nascimento, a Nossa Senhora de Lourdes apresenta um alto índice de resolutividade. “Levando em consideração as últimas estatísticas, o índice de transferência é pouco mais de 3%. As principais causas dessas transferências estão relacionadas a demanda que chega não referenciada, fora do perfil obstétrico da instituição, a exemplo de gestantes de risco habitual em trabalho de parto”, revela o gestor.

 

altAinda segundo o diretor, a maternidade funciona dentro da sua normalidade. “Os atendimentos estão fluindo tranquilamente. Estamos atuando com nossa capacidade normal de ocupação, o que garante maior resolutividade e qualidade na assistência aos pacientes”, avaliou.  

 

Violência

 

O Serviço de atendimentos à pessoa em situação de violência sexual atendeu 12 pessoas, durante a última semana. Entre os casos registrados seis são de Aracaju, quatro deles tiveram origem em Rosário do Catete, um caso partiu de Nossa Senhora do Socorro e outro caso de Brejo Grande.

 

Dos pacientes atendidos pelo serviço, dois são do sexo masculino e 10 do sexo feminino, sendo que do total de pessoas assistidas nesse período nove são menores de idade.

 

“Aqui garantimos os cuidados com a saúde da pessoa em situação de violência. São adotados procedimentos editados pelo Ministério da Saúde. A pessoa é acolhida, passa por exames e recebe o acompanhamento de uma equipe multiprofissional”, ressalta a gerente do serviço, Glória Barros.

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